quarta-feira, 30 de maio de 2007
DESAFIO À VIDA ("AI TO HONOHO TO")
segunda-feira, 28 de maio de 2007
P.S. POST SCRIPTUM
Publicado originalmente no "O Estado de S. Paulo" de 30/05/82.
quarta-feira, 23 de maio de 2007
EMMANUELLE TROPICAL
"Como aconteceu com o cinema italiano e até o japonês (dentre os que ora lembramos) o cinema nacional não poderia ficar alheio ao êxito internacional do pioneiro e celebrado "porno" francês de Just Jaeckin que lançou a holandesa Sylvia Kristel e criou uma nova espécie de voga ou de psicose cinematográfico-erótica. Como não pudemos ver a obra original, aqui está (sem cortes?) o filme nacional, encomendado pela exibidora-produtora Hawai a José Marréco, o co-diretor de "Fantasticon, os Deuses do Sexo", de "Núpcias Vermelhas" e da última versão do "A Carne", de Julio Ribeiro. Com o proverbial cuidado de imagem em que Marréco sempre se esmera quando é diretor e iluminador e com um tipo de filosofia erótico-existencial-contestatória típica de quase todos os alunos de comunicações das USPs que temos conhecimento, este "Emmanuelle Tropical" é uma fita que junta certos elementos do "Les Liasons Dangereuses" de Vadim, com os extravasamentos ou algumas das "audácias" do filme de Jaeckin. E, se bem não tenha possa ter a dose de europeismo do filme com Gerard Philippe, Jeanne Moreau e Annette Stroyberg, a tornar-lhe plausível o cinismo lúdico dos personagens, tem uma produção razoavelmente rica em recursos materiais e a habitual expontaneidade e "charme" de Monique Lafond, além de uma surpreendente aparição de Matilde Mastrangi. A rafaelina e belíssima Selma Egrei não coube uma oportunidade efetiva."Publicado originalmente no "O Estado de S. Paulo" de 25/09/77.
sábado, 19 de maio de 2007
OS VIOLENTADORES
Publicado originalmente no "O Estado de S. Paulo" de 07/05/78.
quinta-feira, 17 de maio de 2007
VÍTIMAS DO PRAZER: "SNUFF"
"Carlos Reichenbach (um episódio de "As Libertinas", depois "Corrida em Busca do Amor" e "Lilian M") adora filmes como "Os Profissionais do Sadismo" ("Femmina Riddens"), a obra-prima estranhamente erótica e marginal do italiano Piero Schivazappa, que aqui passou quase despercebida. Outro diretor paulista, Jean Garret, também deve apreciar tipo e gênero, já que se sai melhor quando nas imediações. Pois Reichenbach é o co-autor, roteirista e dialoguista desta fita que gira em torno de dois malandros (dos EUA, "naturalmente", mas que ao final se revelam de outra procedência) que fazem filmes "pornô" no qual as atrizes seriam assassinadas "ao vivo". Cláudio Cunha dirigiu. E a fita chega-nos agora na triste circunstância de ser possivelmente a derradeira em que atuou Hugo Bidet, talentoso, personalíssimo, uma espécie de Melvyn Douglas legitimamente carioca e cujo desaparecimento recente constitui uma das mais lamentáveis e irreparáveis perdas sofridas pelo cinema brasileiro." Publicado originalmente no "O Estado de S. Paulo" de 01/05/77.
terça-feira, 15 de maio de 2007
ESCOLA PENAL DE MENINAS VIOLENTADAS
Publicado originalmente no "O Estado de S. Paulo" de 18/12/77.
sábado, 12 de maio de 2007
O CAÇADOR DE ESMERALDAS
Publicado originalmente no "O Estado de S. Paulo" de 31/08/80.
sexta-feira, 11 de maio de 2007
BORDEL - NOITES PROIBIDAS
Publicado originalmente no "O Estado de S. Paulo" de 15/06/80.
UM GOLPE SEXY
"Uma surpresa. Filme paulista produzido na rua do Triunfo, mas sem os estigmas das obras “essencialmente” engendradas no famigerado local. De uma historiazinha muito “datada”, escrita pela co-produtora Paula Ramos (que é também atriz espontânea mas aqui manteve-se ausente do elenco), da trama ingênua de uma menina que, a fim de fugir aos avanços do padastro, disfarça-se de homem, foge de casa e passa a enfrentar as situações de hábito, o iluminador e diretor húngaro Gyula Kolozsvary, atuando como diretor, apresenta um trabalho elogiável. Há erros, sobretudo o da distribuição de papéis (a falência mais contumaz e desnecessária em nossos cinemas), mas Kolozsvary se sai muito melhor do que seria lícito esperar. No elenco, ainda que também ela recebendo papel inadequado, a decisiva presença é a da bela catarinense Magrit Siebert, que com todo o seu ar de desafiadora e indomável valquiria, faz o impossível papel de filha de um rústico empregado de fazenda."
Publicado originalmente no "O Estado de S. Paulo" de 27/02/77
